sexta-feira, 6 de março de 2015

domingo, 3 de novembro de 2013

Artista britânica utiliza musgos para fazer grafite

A artista plástica britânica, Anna Garforth, foi uma das primeiras a utilizar a técnica de grafite ecológico, uma maneira alternativa de fazer arte em muros e paredes utilizando musgos.
O chamado “eco-grafite” é utilizado como meio de comunicação e ainda transmite ideais como o de preocupação com a ecologia, vida sustentável e demais causas ambientais.
Funcionando como um meio relativamente novo para os artistas de rua, o musgo cresce facilmente e não tem nenhum dos malefícios ambientais associados às pichações feitas com sprays convencionais. De forma nada agressiva, este tipo de “pichação verde” choca pelo contraste em meio a todo o concreto da cidade.
O chamado eco-grafite é utilizado como meio de comunicação e ainda transmite ideais.
A artista também utiliza outros materiais e técnicas para se expressar, porém, o grafite feito de musgos é o que mais impressiona.
A obra com a frase, “In this spore borne air” (neste esporo nasce ar, em português), foi uma das primeiras que a britânica fez. A ideia partiu de uma parceria com a poeta Eleanor Stevens, que também é preocupada com as causas ambientais.
Uma obra recente, exposta no Reino Unido, tem feito muito sucesso. Chamada de “The Big Bang”, a arte expõe manchas circulares de musgo que retratam a Terra como uma explosão de sementes.
O desenho “Grow”, que significa crescer em português, apareceu em um muro, aparentemente abandonado e que será demolido, na cidade de Londres. A artista não revela onde sua obra está localizada, mas ela queria expressar o seu reconhecimento com o deserto urbano existente antes de eles serem completamente extinguidos.
O último projeto desenvolvido pela artista plástica foi o “Moss Cross”, uma cruz feita com musgos feita para o UrbanPhysic Garden, uma espécie de comunidade urbana habitada por arquitetos, artistas e designers no Reino Unido, que promovem a natureza e suas propriedades curativas.
Anna se considera uma espécie de “jardineira urbana” e utiliza as mais variadas formas para expressar sua paixão pela natureza, mesmo estando em meio à cidade.

Fonte:http://www.ciclovivo.com.br/noticia/artista_britanica_utiliza_musgos_para_fazer_grafite

sábado, 10 de setembro de 2011

30 páginas de Da Vince


Em um dia como hoje nasceu Da Vinci; Veja as habilidades do pintor em um passeio virtual exclusivo

Se estivesse vivo o cientista responsável por diversas descobertas comemoraria nesta sexta-feira, 15 de abril, seu 559º aniversárioConheça as múltiplas facetas de Da Vinci no Passeio Virtual produzido pelo Universia Brasil. Nesta viagem, terá acesso ao universo intelectual do artista e cientista, incluindo desde as pesquisas na área de engenharia, mecânica e anatomia até obras-primas como Mona Lisa e a Última Ceia. Clique na imagem abaixo e navegue por esse passeio virtual. 

 




Mona Lisa, uma das obras mais famosas de Leonardo da Vinci

Mona Lisa, uma das obras mais famosas de Leonardo da Vinci

Além de pintor, Leonardo Da Vinci foi cientista, filósofo, arquiteto, engenheiro, músico, anatomista, matemático, naturalista e astrônomo

559 anos nasceu o cientista responsável por surpreendentes descobertas e o maior pintor da Renascença. Um filósofo que desenvolveu muitas teorias, porém nunca as revelou. Um arquiteto, engenheiro, músico, anatomista, matemático, naturalista, astrônomo... Esse foi Leonardo da Vinci, que com a curiosidade nata e o talento científico ganhou o título de o "Homem do Renascimento".

Da Vinci rompeu as barreiras de uma época conservadora. O cientista desafiou as políticas religiosas para a realização de estudos anatômicos. Foi um grande projetista do futuro. Como cientista deixou mais de 5.000 páginas de manuscritos com estudos de praticamente todas as áreas do conhecimento. Já como artista, presenteou o mundo com pinturas que até hoje servem de referência para jovens talentos da arte.

 








sábado, 27 de agosto de 2011

Britânico assume tarefa de preservar jardins de Monet




Os famosos jardins de Giverny, na França, a propriedade eternizada pelo pintor Claude Monet em suas telas, ganharam um novo jardineiro-chefe.

O inglês James Priest afirmou à BBC que sua função é manter vivas, nos jardins, as telas impressionistas de Monet.
Jardim de Giverny

Para o jardineiro-chefe dos jardins de Giverny, muitos guardam o local no coração

"O jardim tem um lugar especial no coração de todos que já admiraram as telas. Quando chegam aqui, reconhecem as paisagens de Monet", afirmou.

Monet não gostava de jardins organizados ou restritos. Ele combinava as flores de acordo com suas cores e as deixava crescer naturalmente.

Hoje, os jardins de Giverny recebem meio milhão de visitantes por ano.




Para o novo jardineiro-chefe, os jardins são um desafio diário.

Ele afirma que tenta olhar para o jardim como um artista e procura preencher os espaços com texturas de cores - um exercício diário para transformar as ferramentas de jardinagem em pincéis.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Manual-de-Fotogravura

Manual de Fotogravura

My Creation

My creation Originally uploaded by Madelina.